Projeto San-Shimi

O projeto tem como objetivo construir um fatiador de peixes controlado pela porta serial

CONTEÚDO:
O projeto inteiro foi realmente em duas partes obvias, a estrutura e o hardware, sendo que essas partes “andaram” praticamente separadas até o ultimo momento.
HARDWARE
Pela projeção da equipe, no projeto inicial haveria uma esteira no meio do projeto, aonde o alimento cairia e seria levado até uma extremidade afastada do local aonde era fatiado, porém por dificuldade na parte de estrutura, a equipe abdicou essa idéia, fazendo com que o numero de motores a serem controlados diminuíssem também. Finalizando na necessidade do controle de 3 motores, um para a lamina, que ficara todo tempo ligado, sendo desnecessário uma programação muito complexa em relação a isso, e os demais necessitavam do controle de inversão da tensão submetida aos terminais dos motores, para que eles girassem nos dois sentidos, controlando assim o suporte da lâmina e o que a equipe chamou de “bracinho”, cujo propósito é empurrar o alimento fatiado. Sabendo o que precisava, a equipe consultou o material fornecido pelos orientadores e conclui que o modulo a ser utilizado deveria ser o M1, modulo fornecido pelos orientadores para programação do PIC12F629, assim a equipe monta a placa (Figura 2 e Figura 6) onde estará o PIC e programa ele, testa seus comandos no HyperTerminal, porém para poder comunicar-se precisa da implementação do conversor RS232 para TTL(Figura 1 e Figura 5), com todos os passos nos documentos fornecidos estava fácil de implementar apesar dos diversos problemas que a equipe defrontou, ao concluir esta parte a equipe parte para a próxima etapa. Assim a equipe procura implementar os circuitos mais simples, começando então a implementar o DPM2 (Figura 3 e Figura 7), para controlar o motor da lâmina, seguindo o material a equipe termina rapidamente esse parte pelo fato de ser muito simples. Assim somente restou dois DPM3 (Figura 4 e Figura 8), para poder inverter, porem a diferença é que eles serão alimentados por tensões diferentes, um a 9V e outro a 5V. Após muitas duvidas como “os motores tem que vibrarem assim?”, e alguns curtos escondidos e um PIC queimado, a equipe com alguns anos a menos de vida em termos de saúde finaliza toda parte de hardware um dia antes da apresentação final.
ESTRUTURA
Sem muita experiência e muita ingenuidade, a equipe vai para o laboratório de modelos com fé e garra, porem a habilidade que ela necessitava não existia em suas mãos. Ao começar a montar a estrutura, somente a base, então começou a perceber que ela estaria pronta em muito tempo o que atrasaria o restante da maquete. Assim a equipe vai atrás de um profissional para fazer esta parte, o que da muito certo, resultando numa base excelente, na concepção da equipe. Com a base pronta a equipe compra uma placa de Acrílico para montar o recipiente, os “braços” (estrutura dentada para os motores poderem mover outras estruturas) e a extremidade de um desses “braços”, a que irá empurrar o alimento, assim a equipe prepara todas as peças a serem montadas, restando apenas a colagem. Porém como foi mencionado, por questões estruturais foi necessário tirar a esteira, pelo fato da passagem da lâmina, seria muito difícil passar ela na altura desejada sem acertar o recipiente, ou a esteira, assim a equipe optou por um suporte com rodas para ser apoiado direto no chão, e da mesma forma que as demais peças, a equipe apenas preparou para depois colar. Após ter feito essas peças mencionadas restava acoplar os motores ao projeto, um deles a equipe encontrou uma solução muito boa, porem o outro ficou preso por abraçaderias, ficando meio solta, o que a equipe percebeu muito tarde, e de forma parecida a concatenação do primeiro motor o segundo é acoplado, atrasando mais o projeto, e para completar o atraso, a equipe escolheu um tipo de cola com um tempo de secagem muito longo em relação ao tempo que restava, secando apenas para o período da manha do dia da apresentação final, porem estava pronto.

MATERIAIS:
HARDWARE
 DPM2
· 1 X TIP 122;
· 1 X Diodo 5408;
· 1 X Resistor 470 Ω.
3 DPM3 (5V)
· 2 X TIP 125;
· 2 X TIP 122;
· 4 X Transistores BC548.
· 8 X Resistores 4,7K Ω;
· 2 X Resistores 3,3K Ω;
· 2 X Resistores 330 Ω;
· 2 X Resistores 470 Ω;
· 1 X CI LS7404;
DPM3 (9V)
· 2 X TIP 125;
· 2 X TIP 122;
· 4 X Transistores BC548;
· 8 X Resistores 4,7K Ω;
· 2 X Resistores 3,3K Ω;
· 2 X Resistores 1K Ω;
· 2 X Resistores 470 Ω;
· 1 X CI LS7404.
Modulo M1
· 1 X CI PIC12F629;
· 1 X regulador de tensão 78L05;
· 1 X capacitor eletrolítico 100uF X 16V;
· 1 X capacitor eletrolítico 10uF X 16V.
Conversor RS232 – TTL
· 1 X CI MAX232;
· 1 X Regulador de tensão 7805;
· 1 X Transistor B548;
· 2 X resistores de 1k Ω
· 4 X capacitores eletrolíticos de 1uF X 100V;
· 1 X capacitor eletrolítico de 100uF X 16V;
· 1 X DB 9 Macho em L (para circuitos impressos);
· 1 X DC POWER (conector de fonte de alimentação);
· 1 X cabo DB9 X DB9;
MAQUETE
· 1 placa de acrílico – 200mm x 250mm;
· 35 canetas;
· 1 pacote de espeto para churrasco;
· 1 correia de impressora;
· Diversas madeiras.

CONCLUSÃO:
Um fator em comum entre os integrantes, é como este projeto amplia a visão para esse lado de criação, principalmente na parte eletrônica, a equipe ainda não sabe projetar seus próprios circuitos, apenas seguir circuitos já criados, porém em relação ao começo do semestre a equipe evolui muito, alguns integrantes aprenderam a utilizar algumas maquinas do laboratório de modelos, mas não foi alguma coisa muito divertida, meio chata por sinal. A equipe achou muito interessante a questão da comunicação serial, pelo fato de estar acostumado a utilizar comunicações apenas entre dois computadores, e neste projeto entre uma criação da equipe e o computador, são esses detalhes que realmente incentivam o estudo dos alunos, aparentando ser apenas o inicio de uma grande escada que a equipe esta gostando de subir.

AUTORES:
– Fabricio Righetto Leite
– Felippe Soares Guimarães
– Victor Lappas Gimenez

CONTATO:
– karpa@terra.com.br
– felippe.guima@gmail.com

DOCUMENTAÇÃO:
200.pdf

IMAGENS: